quinta-feira, 1 de novembro de 2012

"SOLITUDE" - a poem by ELLA WILCOX




SOLITUDE
Laugh, and the world laughs with you;
Weep, and you weep alone.
For the sad old earth must borrow it's mirth,
But has trouble enough of its own.
Sing, and the hills will answer;
Sigh, it is lost on the air.
The echoes bound to a joyful sound,
But shrink from voicing care.

Rejoice, and men will seek you;
Grieve, and they turn and go.
They want full measure of all your pleasure,
But they do not need your woe.
Be glad, and your friends are many;
Be sad, and you lose them all.
There are none to decline your nectared wine,
But alone you must drink life's gall.

Feast, and your halls are crowded;
Fast, and the world goes by.
Succeed and give, and it helps you live,
But no man can help you die.
There is room in the halls of pleasure
For a long and lordly train,
But one by one we must all file on
Through the narrow aisles of pain.
(Ella Wheeler Wilcox)
LINDO o gesto, de uma LADY pelo seu adorado marido
(foi esta dedicatória que encontrei,
numa pequena praceta junto ao Botanic Gardens, em Belfast)

7 comentários:

  1. Solidão

    Ria e o mundo ri com você;
    Chorar, e você chora sozinho.
    Porque a terra triste velho deve emprestar sua alegria,
    Mas tem problemas suficientes própria.
    Cante, e as colinas responderei;
    Suspiro, ela está perdida no ar.
    Os ecos vinculados a um som alegre,
    Mas encolher de expressarem cuidado.

    Alegrai-vos, e os homens buscarão a você;
    Grieve, e eles se transformam e vão.
    Eles querem medida plena de todo o prazer o seu,
    Mas eles não precisam de sua desgraça.
    Seja feliz, e seus amigos são muitos;
    Seja triste, e você perde todos eles.
    Não há nenhum a declinar o seu vinho nectared,
    Mas sozinho você deve beber fel da vida.

    Festa, e seus salões estão lotados;
    Rápido, e o mundo passa.
    Ter sucesso e dar, e que ajuda a viver,
    Mas nenhum homem pode ajudá-lo a morrer.
    Há espaço nos salões de prazer
    Para uma longa e nobre,
    Mas um por um, todos devemos apresentar em
    Pelos corredores estreitos da dor.

    (Ella Wheeler Wilcox)

    (uma tradução que encontrei na net)
    Podia estar muito melhor,
    mas entende-se a ideia do poema...

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  2. A 1ª vez que vi homenagens públicas
    a pessoas amigas e familiares
    foi na minha visita a New York, no Central Park.

    ADOREI
    em vez dos bancos do parque estarem vazios e tristes
    colocam-se umas placas com os dizeres das homenagens
    e tem dedicatórias lindas, lindas.

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  3. Lindo, amiga! É verdade...ninguém quer saber das nossas tristezas...elas só a nós preocupam; mas, se cantarmos, toda a gente nos acompanha, se rirmos...se dançarmos...levamos todos atrás de nós. Dar...ajudar...sorrir...isso é o que devemos fazer ou pelo menos tentar fazer; é muito bom para nós e para os outros também. Nem sempre é fácil, mas devemos, como diz Oswaldo Montenegro, gritar a cada dia: " VOU SER FELIZ AGORA! Um beijinho e parabéns! Gostei muito. Um bom fim de semana!
    Emília

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  4. Gostei muito desta forma de homenagem!
    Grata pela partilha.
    Um abraço

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  5. Bonita homenagem, ainda que a tradução seja bastante fraca.
    Cumps

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  6. Solidão
    Ella Wheeler Wilcox

    Ria, e o mundo ri com você;
    Chore, e você chora sozinho.
    Pois a triste e velha terra deve emprestar sua alegria,
    Mas tem problemas o suficiente por si só.
    Cante, e as colinas responderão;
    Suspire, e o suspiro perde-se no ar.
    Os ecos se levantam á um alegre som,
    Mas encolhem-se para uma voz aflita.

    Regojiza-te, e os homens te procurarão;
    Aflija-te, e eles virarão suas costas.
    Eles querem todo o tamanho do teu prazer,
    Mas não precisam da tua angústia.
    Seja feliz, e teus amigos serão muitos;
    Seja triste, e perdes à todos.
    Não há ninguém que rejeitará teu vinho doce,
    Mas sozinho deves beber do amargor da vida.
    Festeje, e teus corredores estarão lotados;
    Jejue, e o mundo todo se vai.
    Tenha sucesso e doe, e isso ajuda-te a viver,
    Mas homem nenhum pode ajudar-te a morrer.
    Há sala nos corredores do prazer
    Do tamanho d’um grande e imponente trem,
    Mas, um por um, nós devemos nos inclinar
    Através dos estreitos corredores da dor.

    Tradução: Roberta Lozano.

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