sexta-feira, 28 de outubro de 2016

MUSEU DOS COCHES




A visita ao "Museu dos Coches" em Belém, ontem,

fez parte do Programa Cultural do Mês do Idoso, 

no qual eu já tinha ido ao Porto, no início de Outubro. 



Iam no autocarro, utentes de dois Lares do Concelho da Moita,

 acompanhados com Técnicas 

e algumas pessoas que aderiram a esta iniciativa, 

como eu e alguns colegas da "Universidade Sénior". 

Assim teve início a visita ao "Museu dos Coches" 

no edifício novo. 

O primeiro exemplar é o 

"Coche oferecido pelo Papa Clemente XI ao Rei de Portugal D. João V"

(nos comentários farei a descrição do mesmo).






Muitos outros modelos de "Coches", tive oportunidade de apreciar.








"Muito Obrigado" à Câmara da Moita pela iniciativa.

Espero o próximo Outubro/2017 para saber 

quais os destinos contemplados na escolha do "Mês do Idoso"





domingo, 16 de outubro de 2016

OUTUBRO - MÊS DO IDOSO no CONCELHO DA MOITA



No ano passado, numa das aulas, um colega disse-me que a Câmara da Moita organiza passeios gratuitos e o autocarro não vai completamente cheio, as pessoas não ligam, etc... realmente é uma pena!!!
Aquilo ficou cá dentro...a remoer 
e fui a quem de direito perguntar sobre o assunto e explicaram-me o seguinte: 
Sim, é verdade que acontecem passeios gratuitos mas é no "Mês do Idoso", em Outubro. 
Ora bem, estavamos em Março e lógico que me esqueci...

mas, como ando sempre em pesquisas e ao ler a "Newsletter da CMM" vi realmente que estavam a divulgar a programação do "Mês do Idoso" 
e verifiquei que ia haver 3 passeios ao Porto. 

Ora... toca de telefonar e inscrever-me; 
no fim com os dados já na lista dos lugares a ocupar para a ida ao Porto, 
perguntam-me: e... mais quem? 
Eu... disse: sou eu só... 
mas perguntei logo de seguida: 
Posso levar mais alguém? 
Uma amiga? 
e... dei logo o nome da amiga, para ficar com o lugar garantido e depois é que lhe telefonei a dar a novidade. 
Ficou toda entusiasmada e lá fomos nós, no passado dia 4 de Outubro.




Outubro é “Mês do Idoso” no concelho da Moita







Eu já conheço o Porto e Gaia... há que tempos.
Já lá fui vezes sem conta...
Mas... desta forma, nunca tinha ido:
gratuitamente e o autocarro deixar-me junto aos lugares a visitar, sem me preocupar com estacionamentos, etc... 

além de passar um dia diferente, 
aproveitar para fazer umas fotos... era mesmo de aproveitar! 

O dia esteve magnífico, calor e céu azul. 

Assim que descemos do autocarro, passando junto às lojinhas de artesanato deparei-me com este "logotipo" e as sardinhas penduradas para venda. 

Entramos e conversamos com a moça... disse-lhe que tinha gostado tanto do logotipo que até o fotografei, a moça explicou-me o significado do mesmo...

quando lhe expliquei como foi a nossa viagem, gratuita 
e para comemorar o "Mês do Idoso" diz ela:
 - Qual idoso? As senhoras não têm aspecto de idosas... 
Ainda nos rimos... 

Continuamos o caminho e, aproximando-se a hora de almoçar, tinhamos que procurar um lugar onde comer... íamos vendo e apreciando. 
Fiz uma foto da travessa do bacalhau, que tinha acabado de ser colocada na mesa de um "turista oriental" e, pedi-lhe se podia fazer a foto, pois estava com tão bom aspecto. 
Mas, nós já tinhamos na ideia comer a típica "Francesinha"...






Vimos a publicidade à "Taberninha do Manel" 
e passamos junto à adega do SANDEMAN que comemora 225 anos... 

Continuamos até encontrar o lugar para comer a dita francesinha!!!






A seguir ao almoço, no tempo livre que nos deram, foi aproveitar para fazer muitas fotos e atravessar o tabuleiro inferior da Ponte Luis I 
e, ir até à "Ribeira do Porto" que fica para o próximo post 

Visitar o Porto com esta "Luz" foi maravilhoso!!!

Quero também fazer um elogio à 
"Câmara Municipal da Moita" pelas suas iniciativas, como esta.


No 1º comentário farei uma descrição do "Mês do Idoso" 
para quem estiver interessado em saber.



domingo, 2 de outubro de 2016

POR OUTROS CAMINHOS...





Percorri a pé, a pequena distância que separa Westminster 

do mais famoso beco do mundo, a "Downing Street", 

em cujo Nº 10 trabalha e mora o Primeiro-Ministro britânico. 

Esta rua fica localizada em Whitehall. 

A minha Amiga queria que eu ali fosse, mas... nessa tarde, 
havia confusão a mais para o meu gosto. 

Nunca participei em manifestações e, de repente, vejo-me ali... 
no meio de centenas de pessoas, manifestando-se!






O edifício, que é hoje conhecido como Número 10, 

foi originalmente três casas: a "casa dos fundos", 

o Número 10 propriamente dito e uma pequena casa ao lado. 

A "casa dos fundos" foi uma mansão construída por volta de 1530, 
com vista para o St. James Park; 

o original Número 10 era a casa de cidade mais simples, 

construída em 1685 

e a terceira era uma casa mais modesta situada ao lado do nº10.




Neste mesmo blog, já me manifestei sobre o tema "Refugiados" algumas vezes. 

Daí que, trago estas imagens precisamente porque a dita "Manifestação" 

tinha tudo a ver com o acolhimento dos refugiados 

SOLIDARIEDADE COM OS REFUGIADOS 

SEJAMOS HUMANOS 

and so on...




Aqui está a imagem mais próxima dos portões da "Downing Street"




   
Por trás deste Monumento vêem-se as árvores do St. James Park, 
onde fui posteriormente. 

Sobre a "MANIF" a minha opinião é... 

se cada um dos participantes na Manifestação levasse 
para sua casa 1 refugiado, 
tudo seria mais fácil... 

Não é só andar a fazer barulho e de bandeiras e cartazes no ar, 

dêem o exemplo. 

Cada um acolhe um refugiado e o Mundo fica muito melhor...



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2015 – 2016



UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2015 – 2016

Mais um ano chegou ao fim! 

Andei feliz a frequentar as aulas das disciplinas em que me inscrevi

 Gosto de todas é certo, mas temos sempre alguma preferência 

e este ano que terminou 

fiquei apaixonada pelas aulas de "Dança"! 

Foi a novidade. 

Tenho um vídeo da minha participação, dançando um "slow" 

na Festa de final de ano lectivo, para mais tarde recordar... 

Aqui apresento imagens da Exposição no final do ano lectivo; 

o Formador da disciplina de Fotografia 

pediu-nos 6 fotos e das que entreguei 

ele escolheu 3 das minhas fotos, para expor. 

Logo no 1º expositor estavam 2 das minhas fotos 

que captei na visita de estudo que fizemos próximo das férias, 

à região de Avis, numa visita ao Museu: 

as fotos das espigas de milho 

e da fechadura da Igreja Matriz são de minha autoria. 

A foto a seguir também é de minha autoria, 

onde captei uma chaminé alentejana e a imensidão do Alentejo.




As 4 fotos seguintes são de alguns dos meus colegas




No ano passado fiz também um post sobre o 1º ano que frequentei a UniSeM
Foi num outro blog:
e fi-lo logo em Junho; posso dizer que estava bastante entusiasmada e... assim que aconteceu a Exposição fiz o post. 
Numa sexta-feira, 19 de junho de 2015
UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2014 – 2015
Neste "ANO SABÁTICO" decidi inscrever-me na UniSeM em 4 disciplinas (apenas as que são permitidas) Pensei no que gosto (Fotografia) no que pode ser útil (Inglês e Informática) e no que faz bem à saúde (Expressão Corporal) A meio do ano desisti de uma, continuei com as outras três. 
Este ano fiquei bastante triste e desiludida com a atitude da Câmara da Moita, sei que mais pessoas também acharam uma falta de respeito para com os alunos séniores e, só por isso, estou a fazer um post sobre o tema já a meio do mês de Agosto e...coloco este artigo aqui neste blog: 
"Os meus pensamentos"
Explicarei a razão mais adiante.




Apresento também os trabalhos expostos de alunos 

das disciplinas de "Bordados" - "Tecelagem" e outros.






NO ano passado não apresentei nenhum trabalho meu das disciplinas de Informática e Inglês, tal como escrevi num dos comentários ao meu post:
tulipa - 4 de julho de 2015 às 23:27
Vamos a ver se para o ano eu apresento os meus trabalhos da disciplina de Informática bem como, de Inglês (que este ano, baldei-me) 1º porque nunca tinha visto como os trabalhos eram apresentados, quis ver para saber como fazer no próximo ano lectivo... 

Ora bem... promessa cumprida. 
Aqui estão 2 dos meus trabalhos de Informática referentes ao tema: Gráficos.





e... aqui abaixo,  a mesa onde estavam os trabalhos de Inglês em cujo tema: "Alimentação saudável" - "Healthy Eating" eu apresentei 4 folhas com receitas saudáveis: entrada, prato principal e sobremesa. 
Esta "Árvore" feita por um colega da turma de Inglês 
serviu para dar o mote à outra apresentação de trabalhos de Inglês: 
Árvore genealógica", na qual não participei.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

THE MAN WHO KNEW INFINITY - JEREMY IRONS e DEV PATEL


Mais um excelente filme que fui ver:

O Homem que Viu o Infinito
De: Matt Brown
Com: Dev Patel, Jeremy Irons, Malcolm Sinclair
Género: Drama
Outros dados: GB, 2015, Cores, 108 min.





Srinivasa Aiyangar Ramanujan (Dev Patel) nasceu na Índia, em 1887. 

Já na infância, a sua inteligência excepcional deixa todos à sua volta impressionados. 

Por causa disso, ganha uma bolsa para o Liceu de Kumbakonam, onde desperta a admiração dos professores. 

Na adolescência começou, por auto-recriação, a estudar séries aritméticas e séries geométricas e com apenas 15 anos conseguiu encontrar soluções de polinómios de terceiro e quarto grau. 

Com essa idade teve acesso a um livro que marcou a sua vida: "Synopsis of Elementary Results on Pure Mathematics", a obra de George Shoobridge Carr, um professor da Universidade de Cambridge (Inglaterra). 

O livro apresenta cerca de seis mil teoremas e fórmulas com poucas demonstrações, o que influenciou a maneira de Ramanujan interpretar a Matemática. 

Aos 16 anos fracassou nos exames de inglês e perdeu a bolsa de estudos. 

Sem desistir, continuou as suas pesquisas de forma autodidacta. 

Estudando e trabalhando sozinho, recria tudo o que já fora feito em Matemática. 
Mais tarde, decidiu frequentar uma universidade local como ouvinte. 

Os professores, percebendo as suas qualidades, aconselharam-no a enviar os resultados dos seus trabalhos para o grande matemático inglês G. H. Hardy (Jeremy Irons). 

Em 1913, impressionado com o seu intelecto, Hardy convida-o para ir para Cambridge (Inglaterra). 

Ali, apesar de todas as dificuldades de adaptação e de algum cepticismo do corpo docente, ele tornou-se professor no Trinity College (Cambridge) e foi agraciado com o ingresso na Royal Society de Ciências. 

Em 1919, adoeceu com tuberculose e voltou para a Índia…





Com realização e argumento de Matt Brown (“Ropewalk”), 

“O Homem Que Viu o Infinito” conta a história verídica de Srinivasa Aiyangar Ramanujan (1887 – 1920), um dos mais influentes génios matemáticos do século XX. 

Sendo que a essência é a matemática, a história humana não é menos importante e está sabiamente contada – e sempre sabe bem que os "humilhados e ofendidos" às vezes vençam, apesar de todos os pesares. 
Vale muito a pena, com um soberbo Jeremy Irons, a saber envelhecer, e um jovem Patel a secundá-lo muito bem. A não perder.




The Man Who Knew Infinity conta a história de Srinivasa Ramanujan, um contabilista indiano que foi trazido para o Reino Unido no início do século XX por Godfrey Harold, um professor de Cambridge, que lhe reconhecera o talento. 

Ramanujan é conhecido como um dos maiores matemáticos de todos os tempos, embora tenha lutado muito para provar o que valia. 
Uma história passada no tempo da Primeira Grande Guerra.

Ramanujan enfrenta grandes e cruéis desafios durante a sua vida em Cambridge, do racismo à rejeição e até problemas de saúde. 

Ainda que não existam registos sonoros da voz de Ramanujan, Dev Patel, o ator que o interpreta, diz que baseou a sua prestação nas fotos do matemático e na força que os escritos deste deixam transparecer.

“Não tínhamos qualquer material físico ou qualquer elemento que nos permitisse saber como falava. 
Sabe, diz-se que uma fotografia vale por mil imagens, e, neste caso, é realmente verdade. 
Tentámos captar a essência deste homem e a resiliência dele, a mesma resiliência que encontrámos no livro”, disse Patel em entrevista.

The Man who knew infinity estreou nos Estados Unidos dia 15 de abril, no Festival Internacional de Tribeca e em Portugal a 21 de julho.



domingo, 3 de julho de 2016

UMA EXPERIÊNCIA GASTRONÓMICA DIFERENTE



Aproveitámos um "voucher" para experimentar este restaurante. 

Entrámos, o espaço é relativamente pequeno. 

Tínhamos marcação, a moça que nos recebeu indicou-nos uma mesa. 

MAS.... é preciso dizer que antes... 
fui ler os comentários sobre este restaurante 
e... valha-nos todos os santinhos... 
no meio de 6 opiniões, só uma era satisfatória.

Enfim... nem isso nos fez desistir, pois o "voucher" já estava pago 
e... era mesmo para ir, 
no entanto, gosto de saber o que vou encontrar.

Ok... sentámos-nos: 
tínhamos lido: o desconforto das cadeiras serem extremamente altas para as mesas baixas. 
Sim, é verdade, 
mas... é só o primeiro impacto, 
depois de nos ajeitarmos não voltamos a lembrar esse pormenor.

Também tinha lido sobre a barreira da linguagem... 
Mas, mais uma vez nada sentimos, 
a moça falava português e entendeu-nos lindamente; 
já o senhor que cozinhava nunca ouvi uma só palavra, 
esse sim, acho que não falava nem uma palavra de português.

Alguém se queixou que: 
a questão de termos um voucher foi motivo de confusão e do maior desentendimento!
Não, nada disso!
Entregou-se logo o voucher ao início quando chegamos, 
aliás a reserva tinha sido feita 
mencionando que era com "voucher", qual o problema? 
Nenhum...

Foi mesmo uma "estreia em comida nepalesa"

Para uma primeira experiência serviu lindamente! 

O mais importante era mesmo a comida. 
Entradas boas!





Fomos conhecer o Pokhara, um restaurante de cozinha nepalesa.

O "voucher" a um preço muito simpático, com tudo incluído

(entrada, prato, bebida, sobremesa e café)

A comida nepalesa é um pouco parecida à comida Indiana. 

O jantar começou com um Garlic Nan e Pyaj Pakora. 

Garlic Nan estava bom e ainda quentinho

A Pyaj Pakora é um pastel de cebola frito com farinha de grão. 

A descrição pode não ser muito atractiva mas, 

só posso dizer que ADOREI - uma verdadeira delícia!

 acompanhado de três molhos diferentes...





Começamos a refeição com um "Brinde"!

a minha amiga com sangria 

e eu, com uma novidade - se é para experimentar, 
que seja tudo novo para mim - uma especialidade da casa, lassi de manga! 

Delicioso!





Pedimos depois os pratos principais. 

Caril de gambas para as duas, só que o meu com molho de natas e côco e o da minha amiga, um caril normal 

- vê-se bem a diferença na cor dos molhos. 

Acompanhados de um maravilhoso "arroz basmati" 

que não tem nada a ver com aquele que compramos nos supermercados... até comentámos com a moça que nos atendeu...

Há quem diga que as doses são pequenas... 

achei o suficiente para comer de forma satisfatória.

As doses vêm numa espécie de tigela que permanece aquecida na mesa por uma vela. 





Para terminar trouxeram-nos uma mousse de manga e canela!

Localizado numa zona bastante acessível e pacata, 

não foi nada difícil lá chegar e arranjar estacionamento...

a comida é saborosa 

e, quem sabe, voltarei lá um dia! 

No fim, as filhas da minha amiga pediram-lhe: 
"Mãe, traz chamuças de carne"
e assim foi, 
só que a moça explicou que era mais barato do que comer no restaurante, 
pois sendo take-away tem um desconto... 

eu não provei as chamuças - tenho mesmo que lá voltar...!!!